Quando o silêncio chega, eu chego me calo,
Rasgado e usurpado,
Deito para a realidade.
O mundo distorcido através de uma lágrima.
As marcas de uma violência serena,
O vento entrando pela janela,
Os meus sonhos dissolvidos, escorridos,
Encharcados no lençol.
O silêncio me estuprou e eu sequer ouvi.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
-shhh...
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