Veja esse céu negro,
Encharcado de mistérios,
Encontra no buraco da lua
o ralo do esclarescimento.
Me vejo avesso ao céu.
Olho o céu como a uma criança:
Embebecido de incertezas,
Minha alma é negra de tantas interrogações.
Cade a lua do meu ser?
Lua. Falso objeto.
Lua. Falsa mentira.
Quisera eu acreditar,
Pudera eu acreditar.
Cadê o meu Quintana com as suas utopias?
Foi pro ralo?
domingo, 29 de março de 2009
Ao-topo-ias.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
1 comentários:
cara muito tempo que n dava uma passada aqui e ai me deparo com isso...
demais
Postar um comentário